Página Inicial Conheça a ACE Notícias Serviços Fale com a ACE
www.acecatanduva.com.br
 
 
Data de Publicação: 05/01/2010  

A parte que lhe cabe

 

 

Por Germano Bianchini

Presidente da ACE

Biênio 2008/2010

Recentemente, fomos surpreendidos com o decepcionante desfecho da COP-15 – Conferência da ONU Sobre Mudanças Climáticas – realizada em Copenhague, capital da Dinamarca. O que era para ser um acordo para o corte de gases de efeito estufa não passou de um texto sem metas. Os mais otimistas afirmariam se tratar de um ajuste político precursor de um acordo legalmente vinculante, que pode ser celebrado em 2010. A meu ver, entretanto, o compromisso que deveria ter sido assumido ao término dessas duas semanas de discussões foi simplesmente protelado, como se não houvesse urgência na tomada de medidas determinantes para frear o aquecimento global.

Se, por um lado, lamentavelmente ficamos à mercê da vontade e do entendimento entre as lideranças políticas mundiais (principalmente a China e os Estados Unidos, que relutam para diminuir a poluição industrial), por outro, podemos fazer nosso trabalho de formiguinha e contribuir com a parte que nos cabe para tentar salvar o planeta.

Hoje, empresas de todos os portes já adotam ações que resultam na preservação do meio-ambiente. O fato de usar papel reciclado, por exemplo, contribui substancialmente para o problema do efeito-estufa, uma vez que colabora com a não-derrubada de novas árvores para a fabricação do papel. Com mais árvores na floresta, maior é o sequestro natural do gás carbônico da atmosfera.

Essa é apenas uma medida simples, mas há muitas outras que devem ser analisadas e postas em prática, ainda que representem um investimento um pouco maior por parte do empresariado. Certamente, os resultados proporcionados também serão percebidos em nível econômico e financeiro, haja vista que, hoje em dia, existem muitos consumidores que preferem optar por produtos e serviços de empresas ambientalmente responsáveis.

 

Outros artigos...
- Associativismo Infantil
- Fecic
- Crédito e Investimento
- O que realmente mudou nos cartões?
- Turismo de negócios